sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Legalização: problema ou solução?



O Ministério da Justiça conta com bons operadores e funcionários competentes, mas com dificuldades imensas para dar qualquer passo com relação ao tema, enquanto a sociedade tem se mobilizado para ampliar o debate sobre a legalização das drogas. “Falar sobre drogas não constitui hoje uma heresia e já não macula mais uma identidade profissional, ainda que haja algumas limitações. É necessário maior debate pela legalização das drogas e menos o jogo político das possibilidades que existe no Brasil. Temos de respeitar o papel de cada ator e de cada instituição neste processo.”

“Por que a legalização e de que maneira o proibicionismo brasileiro tem provocado o aumento da população carcerária, além de contribuir para a violência da qual somos vítimas?” Porque, segundo ele, em primeiro lugar, só há tráfico ou clandestinidade se existir a proibição legal e, em segundo lugar, o tráfico de drogas financia o tráfico de armas, aumentando consequentemente a violência. A legislação brasileira faculta a autoridade judicial um âmbito de arbítrio, cabendo ao juiz decidir se há tráfico ou consumo de drogas. O consumo ainda é considerado crime, mas não há mais a privação de liberdade, e sim penas alternativas.

Entretanto, o país ainda sofre com o preconceito existente, seja na autoridade judicial ou policial. Luiz Eduardo citou como exemplo a diferença entre um menino negro e pobre, que, quando preso com drogas, é interpretado como traficante. Já um jovem branco, de classe média, é considerado usuário. “Isso vem se tornando um padrão em nossa sociedade.”

Embora o Brasil venha passando por um processo de redução da desigualdade e do desemprego, ainda que limitado, ao longo dos últimos anos, isso não foi suficiente para reduzir o número de encarceramentos, podendo ser este explicado a partir de duas hipóteses: a irracionalidade que pode residir nas pessoas ou a necessidade de ganhos secundários, pois diversos setores são beneficiados como é o caso da área da segurança.

“Quando me perguntam se o Brasil está preparado para a legalização, eu respondo: O Brasil está preparado para responder aos 50 mil homicídios por ano? Para gerar todas as mazelas que esse tipo de política tem produzido? Não creio que nenhum país esteja preparado para viver o pior. Essa pergunta não faz sentido, até porque se preparar significa investir nesse processo de transformação.” Quanto ao mito da expansão do consumo, caso a droga seja liberada, Luiz Eduardo explica que ele está baseado no grande engano de que a proibição inibe o consumo. “Não é isso que acontece. É impossível impedir o acesso quando há desejos envolvidos aliando oferta e demanda. Ninguém está propondo o fim da proibição das drogas, mas sim em que contexto político e jurídico se dará o debate sobre esse acesso que já existe.” Ele revela que é necessário uma disciplina, uma regulação e um controle, além de informação para os usuários, que hoje estão perdidos.

O cientista político ressalta que o álcool e o cigarro não sofrem o mesmo tipo de regulação que as drogas. O álcool é o maior problema de saúde pública atualmente. Já o cigarro, revela, passou por tanto debate que hoje é careta fumar, embora isso não impeça o fumante de exercer sua liberdade de fumar em seu próprio espaço. “Temos de compreender melhor as motivações mais profundas geradas pelo consumo de drogas e não só o prazer momentâneo que ela proporciona”, disse.
Por fim, Luiz Eduardo ressalta a necessidade de maior reflexão sobre o campo da legalização das drogas e não mais tratar o usuário como o doente, ou como o passivo que merece a atenção paternal do estado ou que é vítima do traficante. “Essa atitude passiva do usuário desconhece as aventuras que, por ventura, estejam orientando seu movimento. A dependência é um curto-circuito na busca pela experiência da perda de controle”, concluiu.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Parabéns Psicólogos.


O profissional de psicologia é, como o próprio nome da teoria sugere, um conhecedor da mente humana. A palavra deriva do grego e significa psyche (mente ou alma) e logos (conhecimento), ou seja, "ciência da alma": sua definição mais antiga. Tudo começou com os filósofos, os primeiros a fazer especulações em relação a problemas psicológicos, em busca de respostas sobre a natureza da alma e de sua relação com o corpo. Daí o costume de se dizer que a filosofia é a mãe da psicologia ou que os filósofos foram os precursores dos psicólogos.
Hoje, a definição da psicologia é outra e cabe ao psicólogo "estudar os fenômenos da mente e do comportamento do homem com o objetivo de orientar os indivíduos a enfrentar suas dificuldades emocionais e ajudá-los a encontrar o equilíbrio entre a razão e a emoção".
O objeto de estudo do psicólogo é o comportamento humano e o seu principal objetivo é compreender o homem.
Apesar desse intuito de compreensão não ser uma característica somente do profissional de psicologia - temos também o antropólogo, o sociólogo e o economista procurando o mesmo -, fica visível que estes dão ênfase, sobretudo, aos grupos e sociedades, enquanto aquele se fixa no indivíduo.
Isto também não significa que o psicólogo só veja o indivíduo em separado, fora do coletivo, mas sim que enxerga o homem como a unidade do grupo.
Veja algumas das divisões desse estudo:
- psicologia da personalidade - ocupa-se dos diagnósticos e desenvolvimento das personalidades.
- psicologia social - estuda o comportamento dos indivíduos dentro do grupo.
- psicologia comparativa - compara o comportamento animal com o do homem.
- psicologia do desenvolvimento - avalia as mudanças que acontecem com o indivíduo.
- psicologia experimental - analisa os fenômenos psicológicos com fenômenos naturais, em condições monitoradas em laboratório.
- psicologia clínica - tratamento das neuroses e demais problemas psíquicos.

Para quem anda pensando em seguir essa profissão, alguns conhecimentos podem ajudar a se definir na escolha. Uma delas é saber sobre o seu futuro campo de atuação, ou seja, onde e como poderá trabalhar.
O psicólogo pode atuar não apenas em consultórios, mas ainda em escolas, dando orientação vocacional; em empresas, participando de processos de seleção de funcionários; em hospitais, atendendo a pacientes e seus familiares; e mesmo na área de pesquisa, avaliando perfil do consumidor.
Também pode trabalhar como psicólogo esportivo, preparando os atletas emocionalmente, ou como psicólogo educacional, auxiliando pais e professores a solucionar problemas de aprendizagem.
O campo é bem amplo. A psicologia jurídica é outra área desse universo de opções. Como psicólogo jurídico, você vai acompanhar processos de adoção ou de violência a menores ou, em caso de presídios, avaliar os detentos.
Seja qual for a sua escolha, o importante é saber que você vai estar lidando com pessoas em seus sentimentos, medos e desejos. E que isto requer muito cuidado.
O curso de psicologia vai dar a você, nos períodos iniciais, uma visão dos diferentes aspectos da psicologia: história, teoria e principais correntes.

Também haverá aulas enfocando matérias sobre saúde, como neurologia, por exemplo.
Mais adiante é que o aluno vai se deparar com as disciplinas profissionalizantes e optativas, como pedagogia do excepcional, problemas de aprendizagem e orientação vocacional. Nesse momento, é a hora de optar por uma área de especialização.
No caso de quem pretende clinicar, o estágio é obrigatório, mas todos, uma vez formados, deverão se registrar no Conselho Regional de Psicologia.
O curso tem duração de quatro anos, para o bacharelado, e cinco, para quem deseja ainda a formação clínica, para atendimento em consultório.
Assim as áreas da psicologia tem se tornado tão extensa, mas ainda desconhecida do senso comum onde sempre há uma suposição de que psicologia está relacionado a loucura, e que quem precisa é louco. Devemos nós profissionais de psicologia desmistificar essa teoria do achismo comum e criar possibilidades de atuação que mostre o verdadeiro trabalho do psicólogo, mostrando que nossa atuação não se restringe a clínica ou a loucura mas sim a pessoas que precisem, todos eles que tenham conflitos com si mesmo e com o outro e que tenham dificuldade de lidar com isso seja na meio familiar, social, ou institucional e sendo assim quem não tem? 
O psicólogo atende aquele que sofre seja quem for e aonde for e acima de tudo temos como obrigação, dever e ética a promoção de saúde daqueles que buscam ajuda.
Se todos fossem ao psicólogo o mundo estaria mais bem resolvido.
Psicologia para todos já.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Não é favor.

Enquanto se anuncia a especulação de quais serão os novos representantes da cidade, vejo a falta de preparo dos que estão almejando uma cadeira na câmara de vereadores, candidatos crus, que por muitas vezes servem servindo de laranjas para aqueles que tem seu nome em situação duvidosa, candidatos que mal sabem falar quiça representar o povo e por muitas vezes enganados por seus próprios companheiros.
A troca de partido se tornou algo tão corriqueiro quanto a negociação de jogadores de futebol, que trocam para o time que tiver a melhor proposta, mostrando o que realmente eles valorizam o dinheiro ou um bom cargo de confiança deixando de lado os valores que realmente importam, de melhorar a cidade e a vida de seus moradores.
Como se falar em preservação de direitos da sociedade se aqueles que estão como nossos representantes mal sabem o que realmente um vereador faz? a propaganda eleitoral gratuita mais parece um programa de humor onde os candidatos apelam para sua ignorância, prometendo coisas que jamais terão condições de cumprir utilizando de argumentos baratos e incoerentes tentando captar votos daqueles ingênuos que ainda mantem uma esperança no poder publico.
É certo que esperança devemos todos ter, porém, esperar de candidatos que estão na mesma panelinha a anos na cidade sem fazer nada expressivo, numa troca-troca de poder onde o ultimo beneficiário é o povo e que agora sabe-se lá por que interesse resolveram fazer alguma coisa, colocando para o povo como se tudo fosse um favor feito a sociedade, como se  não soubessem eles que tudo isto é mais que obrigação deles, pois pagamos impostos altos e abusivos e recebemos uma nota preta de royalties do petróleo, era para a cidade ser padrão de primeiro mundo e  o que encontramos é um caos de obras trepadas uma nas outras para chamar a atenção do povo tudo graças as eleições, obras essas que já deveriam ter sido efetuadas a tempo  e onde nos colocaria no topo das cidades brasileiras.
Então eu digo não me venha com esse papo de que já que temos que votar em alguém então votamos no menos pior que não cola. Não quero o menos pior quero o melhor, e se não tem não voto, para dar meu voto para manter no poder quem a tanto tempo já está nele transformando a cidade num grande monopólio político onde quem pode realmente fazer a diferença não tem chance, para manter uma corja de bandidos, uma quadrilha altamente arquitetada por uma mente sociopata narcisista que almeja o poder ludibriando pobres aluados que confiam seu voto em troca de esmolas, por acreditarem que eles realmente se importam conosco.
Por isso fique atento a largada foi dada, tome seu remédio de memória, leia sobre os candidatos, critique-os, questione-os, não vá aceitando sorrisos e tapinha nas costas, ainda mais daqueles que almejam a reeleição procure saber o que ele fez em seu mandato anterior e se tem coerência com a proposta feita no passado, pois se não fez antes não será agora.
Não venda seu voto por favor nenhum, muito menos por dinheiro, se o fizer prometa e não vote por que se eles nos enganam por que não engana-los.
E lembre-se O QUE É FEITO POR ELES NÃO É  FAVOR que eles tem que fazer é POR OBRIGAÇÃO.SÃO NOSSOS DIREITOS.


quarta-feira, 18 de julho de 2012

São Salvador- 360 anos



Em volta com as comemorações da festa do santíssimo Salvador o jornalista Avelino Ferreira lança o livro que narra a história dessa festa tão importante na região, seu contexto histórico, suas formalidades e de como se elevou ao status de "a festa da cidade", englobando toda riqueza cultural contextualizada num texto fácil e dinâmico onde o leitor mergulha na história da cidade vivendo momentos nunca vividos e conhecendo fatos nunca expostos desconhecidos da população geral.
São Salvador é uma obra para ser lida estudada e passada adiante para que a história da cidade seja conhecida por todos e se torne leitura obrigatória, para que nos tornemos verdadeiros conhecedores de nossa história que é e foi tão rica e contribuinte para todo desenvolvimento nacional.

*A Grafimar Gráfica e Editora está convidando todos que apreciam uma boa leitura, principalmente os que amam a terra goitacá e se interessam por sua história para o lançamento do  livro sobre a Festa de São Salvador que completa, no dia 06 de agosto, 360 anos. Numa das "orelhas" da obra, a editora escreveu:  
 Uma obra para ser lida!
Este trabalho sobre a Festa de São Salvador em Campos dos Goytacazes mostra como a ex-capitania de São Thomé é rica em história e a necessidade de se postar sobre ela os olhares competentes do século XXI.
Este trabalho é de grande importância, pois traz, em poucas páginas de fácil leitura, informações sobre sua principal festa, que reunia há 360 anos, como ainda hoje, As “forças vivas” da sociedade.
A explicação sobre o Padroeiro da cidade, Santíssimo Salvador, é a primeira registrada com clareza e que não deixa margem a dúvidas; o relato sobre a Matriz, exigência da Coroa Portuguesa para a formação da Vila, dissipa as dubiedades no comparativo das obras de Feydit, Lamego e outros historiadores.
Esta obra, enfim, não é apenas para ser guardada na estante; antes, é para ser lida, discutida, exposta. Deve ser aproveitada por professores e estudantes em trabalhos sobre a cidade, sua história, sua cultura; ainda mais quando a Prefeitura inicia a recuperação, para preservação, de seu Centro Histórico.
Com orgulho nossa Editora publica esta obra, de um dos mais competentes jornalistas e pesquisadores da planície, o professor Avelino Ferreira.


*parte da postagem tirada do blog do Avelino Ferreira

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Juventude perdida

Fiquei sabendo de um amigo que a filha de sua empregada aos doze anos está grávida,  me perguntei ate onde iremos? Se temos crianças parindo crianças sem nem ao menos ter corpo e mente formados, sem experienciar a infância, a vivencia da juventude e todas suas qualidades e valores, perdeu-se o tempo de brincar inocentemente, dos piques, das brincadeiras sadias, hoje os infantos estão preocupados em ser da moda, seguir a popozuda do momento, ou tomar a atitude de um infame. os ídolos estão mudados e há deturpação dos valores adquiridos, sabemos o que é bom quando conhecemos algo bom, mas,se o que é oferecido não tem valor moral, se os programas de tv brigam pela audiência mostrando mulheres semi nuas, lutas sangrentas, sexo em horário nobre e o culto ao corpo deixando a mente alienada, as escolas correm da responsabilidade, os pais sem instrução não tem paciência com seus filhos, medicalizando a vida dos mesmos em busca do resultado rápido não procurando saber o que realmente acontece na vida de seus filhos, não há  conversa e o que se aprende é na rua ou na internet, tendo assim crianças querendo ser mulheres e homens sem passar pela infância, infância essa que ainda consegui pegar, infância da brincadeira na rua, da salada mista, das matines com horários específicos paraidade e não as noitadas e perversidade que acompanham o mundo de hoje, onde crianças já saem pensando em sexo, onde a dança do momento é de empinar a bunda e rebolar em alguém.
 Então quem irá cuidar de nossas crianças? O apelo deve vir dentro de casa, com ajuda politica nas instituições de ensino buscando elaborar um planejamento explicativo e tornar um assunto tabu em algo real, se esconde a verdade das crianças que aprende sobre sexo com outras crianças tornando-se assim alienados sexuais, o ensino deve vir de casa e a escola deve reforçar a ideia de estruturar o sujeito para vida.
Lugar de criança é na escola,  no parquinho, no cinema, no teatro, no esporte e não em festas e bailes.Busca-se o retorno dos valores infantis objetivando um futuro ideal não só para eles mas também para sociedade que daqui uns anos estará recebendo esse adulto despreparado e que não ira contribuir de maneira efetiva e funcional para si e para os outros.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Politicamente incorreto



Como o governo quer tratar de inclusão, socialização, direitos iguais usando cujo o projeto de esclarecimento sexual se chama Kit Gay, só o nome já eh por demais pejorativo e preconceituoso, como se fala em educação sexual a adolescentes já trazendo no titulo um nome ofensivo?
 Kit Gay soa como um kit para gay, para uso ou iniciação gay, não é a toa que vem sendo tão criticado. Por ser um documento de esclarecimento sexual, o Kit deveria ter um nome mais convidativo ao interesse dos adolescente, já que aborda um termo delicado e de difcíl compreensão para mente confusa de um jovem, poderia ser algo como "Kit se orienta", pois trata-se de orientação e esclarecimento sexual e chama esse mesmo jovem a demostrar interesse em se orientar assim como se diz na gíria.
Segundo o governo o propósito do projeto é diminuir o numero de homofobia dentro das escolas, porém, a própria escola deve já deve se ater previamente a colaboração de tal esclarecimento, colocando o assunto de forma clara, mostrando para os alunos que seus colegas que apresentam confusão em sua orientação sexual ou com ela já definida merecem ser tratados com tanto respeito quanto os outros,  porque numa sociedade moderna onde já se aceita união estável de homosexuais, permite adoção, tem na literatura da educação infantil livros de dois pais ou duas mães, tem de preparar o jovem para lidar com esse novo modelo familiar e de vida que vem sendo aceito pelo jurídico e social, mostrar que todos são pessoas que tem familia, tem história, subjetividade e que são tão bons e capazes todos.
O governo age quando a pressão, sem interesse de realmente querer fazer a diferença, sem interesse de pensar nas melhores possibilidades de fazer a coisa funcionar,de ter participação interdisciplinares para resolução e definição de projetos que estão no âmbito das áreas atendidas. Eles mesmos escolhem a lei fazem a lei sem saber a condição para sua aplicação, devem pensar tem que fazer mesmo faz qualquer merda que pelo menos diz que fez sem capacitar, nem preparar ou dar estrutura para o desenvolvimento de trabalho.
Enquanto não houver interesse de realmente querer fazer a coisa funcionar tanto do poder politico, quanto do profissional que trabalha diretamente com a situação e condições ideais para o procedimento dos trabalhos, vamos ter muito jovem confuso, deturpando os valores humanos e se formando um fardo para sociedade.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

E esse transito?




Saudades do tempo em que Campos era uma das cidades com maio numero de bicicletas, por sermos uma cidade de planície e termos a região central bem centralizada o que sempre facilitou o acesso e a utilização da bicicleta, sendo um meio de transporte barato, não poluidor e que proporciona qualidade de vida. Porém com essa "facilidade" que se tem hoje em adquirir um carro ou moto transformou o trafego da nossa cidade num caos, alem de nos tornar a cidade com um dos maiores índices de inadimplência do país,  pois facilidade em comprar todos tem agora em pagar! Com isso temos carros saindo pelo ladrão, as principais vias da cidade ficando intransitáveis nos horários de pico, pessoas sem o menor tino para direção pegando ao volante e fazendo as maiores barbaridades possíveis, tendo ainda um numero enorme de vias sendo reestruturada dificultando a locomoção dos usuários. Digo isso que com a moto tem sido muito complicado andar mesmo com o acesso mais facilitado, de carro tem se tornado enviável, percursos como o da 28 de março na hora do rush que se levaria normalmente 5 minutos para fazer, tem levado 30 a 40 minutos, isso é só um exemplo vivido diariamente.
Por isso sinto essa nostalgia do tempo que andar de bicicleta em campos era a forma de locomoção preferida dos campistas e que hoje nem  por lazer o tem o feito.