segunda-feira, 25 de junho de 2012

Reduzir o avanço

Se podemos dizer que ainda há alguma consciência no trafico ela está no jacarezinho comunidade do Rio de Janeiro em proibir a venda e consumo da substancia na comunidade. De certo que por trás disso não houve interesse em salvar os usuários e sim evitar problemas que os mesmos vinham causando devido ao alto poder de alucinação da droga, porém isso  irá fazer os usuários ou migrarem para outro pontos de venda ou entrarem em crise de abstinencia e pensarem em busca ajuda mas quem os ajudará? Há algo pensado em relação a essa demanda que virá em massa solto pela cidade?
 Sem nenhum apoio governamental, baixa qualificação profissional para lidar com o caso, nenhuma estrategia de abordagem e tratamento fica complicado.
 É passada a hora de criar politicas publicas para um olhar de tratamento ao usuario e oportuniza-lo com um beneficio substutivo e de longo prazo, beneficio esse que traria de volta o valor do ser humano as atividades humanas. Desafio grande a ser enfrentado devido ao grande numero de pessoas já alcançado pela droga, porem não impossível com a ajuda politico/social podemos sim desenvolver meios de suporte ao usuário.O que deve ser pensado é a prevenção, conscientização, tratamento, campanhas, manifestação, enfim tudo que possa dificultar o acesso a droga e facilitar o apoio e o tratamento.
O crack é problema social, sendo assim problema seu também.

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